Thursday

Objectivos de Aprendizagem




Resultado de imagem para renascimento




Localizar os principais focos de difusão cultural nos séculos XV e XVI.

Explicar as condições que favoreceram o surgimento do Renascimento na Itália.

Caracterizar a nova mentalidade do homem renascentista em oposição à mentalidade medieval

Descrever as características do Humanismo renascentista.

Compreender a importância da imprensa na divulgação dos novos valores e atitudes no campo do pensamento e da literatura.

Identificar as principais figuras do humanismo e da literatura renascentista europeia e algumas
das respectivas obras.

Relacionar o desenvolvimento da curiosidade face à Natureza com o espírito crítico renascentista e com as grandes viagens marítimas.

Mencionar os progressos do conhecimento nos séculos XV e XVI.

Caracterizar a arte renascentista ( arquitectura, escultura e pintura) identificando autores e obras.

Definir Reforma e Contra-reforma.

Explicar as causas e a origem da contestação à Igreja Católica

Apontar diferenças entre o pensamento católico e as propostas dos contestatários (Lutero e Calvino) .

Explicar em que consistiu a Contra-Reforma

Apontar as principais medidas tomadas pela Igreja Católica para fazer face ao avanço do protestantismo.

Avaliar o impacto ou os efeitos da Inquisição e do Index no desenvolvimento da Ciência peninsular



Materiais de Apoio

Friday

Metas de Aprendizagem

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Lisboa, séc XVI


 Compreender as transformações decorrentes do comércio à escala mundial

1. Caracterizar as grandes rotas do comércio mundial do século XVI.
2. Avaliar as consequências do comércio intercontinental no quotidiano e nos consumos mundiais.
3. Descrever a dinamização dos centros económicos europeus decorrente da mundialização da economia.
4. Explicar as diferentes formas de ocupação, colonização e administração dos territórios portugueses no Atlântico e no Oriente

Compreender os séculos XV e XVI como período de ampliação dos níveis de multiculturalidade das sociedades

1. Identificar, no âmbito de processos de colonização, fenómenos de intercâmbio, aculturação e assimilação.
2. Caracterizar a escravatura nos séculos XV e XVI e as atitudes dos europeus face a negros e índios. 4. Constatar a permanência e a universalidade de valores e atitudes racistas até à atualidade.

Conhecer o processo de união dos impérios peninsulares e a Restauração da Independência portuguesas em 1640

1.Indicar os motivos da crise do Império português a partir da segunda metade do século XVI.
2. Explicar a ascensão económica e colonial da Europa do Norte e relacionar  essa  ascensão com a crise do Império espanhol e as suas repercussões em Portugal.
3. Descrever os fatores que estiveram na origem da perda de independência portuguesa em 1580 e da concretização de uma monarquia dual.
4. Relacionar o incumprimento das promessas feitas por Filipe I, nas cortes de Tomar, pelos seus sucessores com o crescente descontentamento dos vários grupos sociais portugueses.
5. Descrever os principais acontecimentos da Restauração da independência de Portugal no 1.º de Dezembro de 1640.

Materiais

Thursday

Objectivos de Aprendizagem



Localizar no tempo e no espaço o expansionismo europeu.

Compreender como é que o mundo era visto, então, pelos europeus.

Enumerar os motivos da expansão europeia.

Explicar a prioridade portuguesa no arranque da expansão.

Justificar a importância da caravela nas viagens de descoberta.

Mostrar o interesse de toda a sociedade portuguesa na expansão.

Explicar os interesses que estavam na base da expedição portuguesa a Ceuta.

Referir as principais razões do fracasso da expedição a Ceuta.

Destacar o papel desempenhado pelo Infante D. Henrique nos Descobrimentos.

Enumerar as principais fases da descoberta e exploração portuguesas

Comparar a política de conquistas de D. Afonso V com a política expansionista de D. João II.

Relaciona a rivalidade entre Portugal e Castela com a descoberta da América por Cristóvão Colombo.

Analisar a importância do Tratado de Tordesilhas.

Compreender a importância da chegada de Vasco da gama à Índia



Materiais


Metas de Aprendizagem II


Conhecer e compreender as causas da crise do século XIV na Europa 

1. Identificar a Guerra dos Cem Anos como o principal conflito europeu do século XIV. 

2. Apontar o aumento demográfico, a escassez de áreas cultiváveis, as mudanças climáticas e a destruição causada pelas guerras como causas (interligadas) das fomes que grassaram no século XIV. 

3. Relacionar a expansão das doenças epidémicas com a fome, com a falta de condições de higiene e com o clima de guerra. 

4. Explicar as consequências demográficas e económicas da conjuntura de fome, peste e guerra. 

5.  Relacionar a diminuição da mão de obra e o abandono dos campos com a quebra de produção e com a subida dos salários. 

6.Indicar as medidas tomadas pelos senhores e pelo poder régio para fazer face à diminuição das receitas. 


Conhecer e compreender as especificidades da crise do século XIV em Portugal 

1. Caracterizar os problemas sentidos em Portugal durante o reinado de D. Fernando, relacionando-os com a situação europeia. 

2. Identificar o problema da sucessão ao trono no contexto das relações entre as coroas portuguesa e castelhana. 

3. Descrever os momentos decisivos da afirmação da independência do Reino. 

4. Relacionar a chegada ao poder de uma nova dinastia com as alterações operadas no seio da sociedade portuguesa, sobretudo ao nível da renovação da nobreza e da afirmação de certos estratos da burguesia.

Materiais




Friday

A viragem para o Atlântico e a perda da Independência

Esquema Conceptual


A crise do Império Português do Oriente

Chegada de pimenta a Lisboa


Por volta de meados do século XVI, o Império Português do Oriente apresentava alguns sinais de crise, que se reflectiam na redução do número de navios que parti­ram para a índia e do volume de especiarias vindas pela rota do Cabo. Em 1549, o rei de Portugal mandou encerrar a feitoria portuguesa de Antuérpia.

Essa  crise era devida a:
. reanimação das rotas do Levante pelos Árabes e Turcos, que tinham decaído com a criação da rota do Cabo, controlada exclusivamente por Portugal;
. prática de monopólio régio do comércio das especiarias mais lucrativas, não deixando aos particulares a participação nesse comércio;
. elevadas despesas da coroa com a manutenção do Império, que muitas vezes ultrapassavam as receitas;
. desvio dos lucros obtidos no comércio para despesas de luxo e compra de terras e casas, não se investindo no desenvolvimento da agricultura e da indústria;
. aumento do número de naufrágios devido ao excesso de carga dos navios, fracos conhecimentos náuticos dos pilotos e ataques de piratas e corsários,
. concorrência de Holandeses, Ingleses e Franceses, que disputavam aos Portugueses o controlo do comércio e dos domínios ultramarinos.

Em resultado da crise do Império Português do Oriente, a coroa portuguesa volta os seus interesses para o Brasil, nomeando o 1º governador-geral, Tomé de Sousa, em 1549. A crescente importância do Brasil inicia a viragem da economia portuguesa para o Atlântico.

A Crise do Império


Na Corte, os gastos aumentaram sempre.
Grande parte da nobreza vivia de tenças e de prestações diversas pagas pela fazenda real e não seria politicamente sensato reduzi-las. À nobreza de corte acrescia uma série de fun­cionários que se multiplicavam por muitas das repartições públicas e que não cessavam de aumentar. Os compadrios e as eternas «cunhas» eram de tal ordem que o rei D. João III foi forçado a proibir novas nomea­ções a fim de evitar o agravamento das des­pesas.
(Dias depois, o mesmo rei mandou criar um lugar para um filho de um seu criado. À crítica de um ministro o rei respondeu: «Neste país de compa­dres, só o rei não pode ter o seu compadre?»)

A Crise do Império Português do Oriente

O império português e a concorrência internacional

A Falência do Império Português do Oriente



Toda a riqueza do Oriente passava apenas por Portugal e ia fomentar  o trabalho estrangeiro, que nos fornecia de todas as coisas. As enormes quantidades de dinheiro do comércio das Indias, de Malaca e do Oriente eram mal geridos, deficientemente orientados e, sobretudo, mal gastos. Em vez de um investimento no tecido produtivo do país optou-se por comprar ao estrangeiro o luxo que aqui se ostentava contribuindo para o desenvolvimento desses país. Em vez de se investir na construção naval optou-se por alugar barcos... a particulares e ao estrangeiro. Em vez de se procurar vender os prudutos trazidos do Oriente pelos mercados europeus esprávamos que os viessem buscar a Lisboa. Em 1549 abrirá falência a feitoria portuguesa de Antuérpia.
Portugal era apenas a placa giratória de todos os lucros da Rota do Cabo. Pegávamos na riqueza da Índia e íamos levá-la ao norte da Europa, à Flandres, à Holanda, à França e a Inglaterra.
Na gestão do comércio e dos negócios do reino não constava a política de fixação de riqueza, o reinvestimento na criação e desenvolvimento das actividades produtivas manufactureiras, de construção naval, de desenvolvuimento agrícola....
Não admira por isso que passados apenas 30 anos estivéssemos em enormes difuculdades económicas e financeiras.

"As fomes sucediam-se e era necessário endividar-se a Coroa para comprar cereais no mercado da Flandres. (...) Pediam-se empréstimos ao estrangeiro a juros altíssimos.
O País importava de Africa todos os anos, segundo diz um escritor, 338 000 moios de trigo e 670 000 de cevada. Em fins de 1543,deviam-se na Flandres somas enormes, além das que se tomavam em letras «a tão altos preços que se dobra a dívida em quatro anos".


(António Sérgio, Breve Interpretação da História de Portugal)

A carreira da Índia



No reinado de D. João 111 (1521-1557), o nosso país atravessou um período de grandes dificuldades : falta de dinheiro nos cofres do Estado, abandono de praças no Norte de África, encerramento da feitoria de Antuérpia, ataques a praças portuguesas do Oriente.
A partir de então, a situação do Império Português do Oriente piorou. A imoralidade e a corrupção atingiram funcionários e sol­dados portugueses. Por falta de dinheiro, as frotas que partiam para a Índia eram cada vez em menor número. A tradicional rota terrestre das especiarias (através da Ásia Menor e do Mediterrâneo Oriental) recuperou parte do movimento que tinha perdido com a descoberta da rota marítima para a Índia. Em consequência, a exploração da rota do Cabo deixou de ser monopólio do Estado e abriu-se a sociedades de capitais privados. Por outro lado, muitos dos barcos carregados de mercadorias orientais eram apresados por corsários (franceses,holandeses, ingleses) ou vítimas de naufrágios.

O Império Português


Os Impérios Europeus (Séc.XVI)
Nos inícios do século XVI, em resultado do esforço de soldados, marinheiros e membros da Igreja, constituiu-se o Império Português do Oriente, que tinha Goa por capital. Muito vasto, estendia-se desde a costa de África à Indonésia, Macau e Japão. Era essencialmente um império comercial e marítimo que assentava em feitorias e fortalezas espalhadas pelo Índico e pelo Pacífico.Mas a presença portuguesa foi desde cedo contestada pelos naturais- Árabes, Persas, Egípcios, Indianos -, afectados na sua liberdade e nos seus interesses económicos.
A partir de meados do século XVI, o Império Português do Oriente entrou em decadência.





Thursday

Antropocentrismo

 Albretch Dürer
Auto-Retrato (1500)
Até finais do século XV, o Homem considerava a vida espiritual e os problemas religiosos como o centro de todos os seus interesses. Contudo, nos últimos tempos da Idade Média surgiu uma nova mentalidade e um novo ideal de vida. Primeiramente em Itália e de­pois nos outros países da Europa, os intelectuais começaram a ma­nifestar uma atitude nova face ao mundo. Então, o Homem colo­cou-se como centro do mundo, isto é, começou a reflectir sobre si e os seus problemas. A esta visão mais ampla do Homem e do seu lugar no mundo damos o nome de antropocentrismo. Esta nova crença nas capacidades do Homem e nas suas reali­zações levou, nos séculos XV e XVI, a uma profunda mudança nas letras, artes, ciências e em todas as formas de pensamento.

Síntese Esquemática

Leonardo da Vinci, A Batalha de Anghiari (detalhe), 1503-05




UMA SOCIEDADE IDEAL

A Ilha da Utopia



- Caro More, na Utopia a administração difunde os seus benefícios por todas as classes de cidadãos. O mérito é ali recompensado. A riqueza nacional encontra­-se tão igualmente repartida que cada indivíduo goza com abundância de todos os confortos da vida. [...] Se tivésseis estado na Utopia, como eu, que ali passei cinco anos da minha vida, [...] veríeis que em nenhuma outra parte existe sociedade tão perfeitamente organizada.

Thomas More, Utopia (1516)



[Thomas More, dirigindo-se ao rei:] - Acabai com o crime e com a miséria na Inglaterra. […] Ponde freio ao avaro egoísmo dos ricos [...]. Que para vós deixe de haver ociosos! Dai à agricultura grande desenvolvimento, criai manu­facturas de lã e outros ramos de indústria [...]. Se não dais remédio aos males que vos aponto, não me elogieis a vossa justiça: não passa de uma mentira feroz e estúpida. Abandonais milhares de jovens aos péssimos efeitos de uma educação viciosa e imoral. [...] Que fazeis deles então? Ladrões, para terdes o prazer de os enforcar depois.

Thomas More, Utopia (1516)

Uma Nova Era


No século XV, a base dos conhecimentos relativos ao Univer­so, à Natureza e ao próprio Homem eram ainda as obras da An­tiguidade greco-romana, principalmente do filósofo Aristóte­les, do geógrafo Ptolomeu e do médico Galeno. No entanto, a autoridade dos sábios greco-romanos e a ad­miração pela Antiguidade não impediram o aparecimento de uma atitude crítica quanto ao saber herdado. Não se tratava de rejeitar os conhecimentos recebidos da Antiguidade, mas de os sujeitar a uma reflexão crítica.
Desenvolveu-se a ideia de que todo o conhecimento tinha que ser confirmado pela experiência e pela razão. Para Leonardo da Vinci, por exemplo, o saber devia resultar da observação da Natureza e só se tornava verdadeiramente vá­lido depois de ser interpretado racionalmente.
Em todo este processo de crítica ao saber tradicional e de procura de um conhecimento alicerçado na experiência, de­sempenharam um importante papel os portugueses, através das viagens de descobrimento. Geógrafos como Duarte Pacheco Pereira e D. João de Castro, matemáticos como Pedro Nunes e botânicos como Garcia de Orta deram um contributo decisivo para o avanço do conhecimento.
Contextualizar

Os Humanistas
Ghirlandaio, Os Filósofos
Os humanistas, eram, em termos gerais, estudiosos da cultura clássica antiga. Alguns estavam ligados à Igreja, outros eram artistas ou historiadores, independentes ou protegidos por mecenas. Acabaram por situar o homem como senhor de seu próprio destino, dotado de "livre arbítrio" (capacidade de decisão sobre a própria vida) e elegeram-no como a razão de todo conhecimento, estabelecendo, para ele, um papel de destaque no processo universal e histórico. Passa a interessar-se mais pelo saber , convivendo com a palavra escrita. Adquire novas ideias e outras culturas como a grega e a latina mas, sobretudo , percebe-se capaz , importante e criador . Afasta-se do teocentrismo, assumindo , lentamente , um comportamento baseado no antropocentrismo . De uma postura religiosa e mística, o homem passa para uma posição racionalista, crítica e individualista que lenta e gradualmente, vai minando a estrutura e o espírito medievais .
O Humanismo funcionará como um período de transição entre estas duas atitudes .

O Nascimento do Mundo Moderno

O Nascimento de Vénus
Sandro Botticelli
Concebendo o homem como centro do Universo e defendendo a sua valori­zação e dignificação, o movimento de renovação cultural dos séculos XV e XVI apelou para novos valores: o individua­lismo, o espírito crítico, a tolerância e a curiosidade científica. Embora de forma lenta e inicialmente muito localizada, uma nova mentalidade se impôs nos meios culturais europeus - a mentali­dade renascentista.

Os Novos Caminhos do Conhecimento


A Escola de Atenas (1511)
Rafael Sanzio

O mundo volta a si como se despertasse de um grande sono. Todavia, há ainda certas pessoas que resistem com furor, agarrando-se, de pés e mãos, à sua antiga ignorância. Temem que, se as letras antigas renasce­rem e o mundo se tornar culto, venha a demonstrar-se que não sabiam nada. Ignoram até que ponto os antigos foram sábios, que grandes qualidades possuiam Sócrates, Virgilio, Horácio e Plutarco.
Ignoram que a história da Antiguidade é rica em exemplos de verdadeira sabedoria.

Erasmo de Roterdão, Cartas (1527)
O Homem, um Ser Livre
Disse Deus ao homem: coloquei-te no centro do mundo, para que possas olhar à tua volta, e ver o que o mundo contém. Não te fiz celestial nem terreno, mortal nem imortal: poderás tu próprio escolher o teu caminho. Pela tua vontade podes tornar-te em bruto irracional ou podes alcançar uma elevada perfeição quase divina.


(Pico della Mirandola, A Dignidade do Homem, 1486 )
A Formação da Mentalidade Moderna


No centro da transformação intelectual renascentista encontra-se a passagem de uma mentalidade teocêntrica, isto é, que colocava Deus no centro da reflexão humana, para uma mentalidade antropocêntrica que tinha o homem como centro da sua reflexão e preocupação. Esta proposta correspondia a um reconhecimento e a uma crença optimista nas capacidades e no valor do ser humano, contrapondo-se à visão medieval do mundo.

Depositário do Belo



De A a Z,  tudo sobre a arte e os artistas que tornaram o mundo mais belo ainda.
Clicando na imagem encontras tudo sobre as obras e os artistas do Renascimento ( ou de qualquer outra época) :)







A Arte de Imprimir

Antes de Gutenberg criar a imprensa com caracteres móveis (1455), já se utiliza­vam no Ocidente algumas técnicas de impressão. Gravava-se o texto e os de­senhos em pranchas de madeira que, depois de receberem tinta, eram com­primidas sobre o papel. Este sistema, que era chamado de xilografia (xylon, em grego, significa madeira) no entanto, já era utilizado na China desde há muito.
O processo criado por Gutenberg reve­lou-se menos trabalhoso e mais eco­nómico e eficiente que a xilografia. As letras móveis, feitas de chumbo, po­diam sempre ser usadas em novos textos.
O 1º livro a ser impresso foi a Biblia e demorou cerca de cinco anos (1455-1460) . Em bre­ve a arte de imprimir se espalhou pela Europa. Em Portugal começaram a ser impressos livros ainda na segunda me­tade do século XV.
A invenção de Gutenberg é uma ds grandes conquistas da Humanidade.Para teres uma idéia do êxito e da importância da imprensa lembra-te que, em meados do século XV, o conjunto de todos os livros (ma­nuscritos) existentes na Europa não ultrapassaria os dez mil e que, passados apenas cinquenta anos, havia cerca de 10 milhões de livros impressos.
O grande escritor francês Victor Hugo, disse dela no séc XIX:
"A invenção da imprensa é o maior acontecimento da história. É a revolução mãe... é o pensamento humano que larga uma forma e veste outra... é a completa e definitiva mudança de pele dessa serpente diabólica, que, desde Adão, representa a inteligência."

TPC à distância

A Itália, Berço do Renascimento
Com base no esquema escreve um pequeno texto onde explicites a origem italiana do movimento cultural que foi o Renascimento