
Alguns olham para coisas que existem e perguntam "porquê?". Eu sonho com coisas que nunca existiram e pergunto " por que não? George Bernard Shaw
Thursday
UM HUMANISTA CRITICA A SOCIEDADE DO SEU TEMPO
Archimboldo Se alguém julgar que falo com mais atrevimento do que verdade, venha inspeccionar comigo as vidas humanas [...]. Este mete no ventre tudo quanto ganha e, poucos dias depois, passa fome. Aquele não vê a felicidade senão no sono e no ócio. […] Os negociantes mentem, roubam, defraudam, enganam e consideram-se pessoas muito importantes porque andam com os dedos cheios de anéis de ouro. [...] Se alguém pudesse observar os mortais a partir da Lua, julgaria ver milhares de moscas e de mosquitos envolvidos em rixas, guerras, maquinações, rapinas, enganos [...].
Os reis e os príncipes não escutam senão os que lhes dizem coisas agradáveis […] Julgam executar inteiramente as funções régias se vão com frequência à caça […] e se inventam diariamente novas maneiras de diminuir a riqueza dos cidadãos e de aumentar a sua, por meio do fisco [...].
E que direi dos cortesãos? Nada há mais rasteiro, mais servil, mais hipócrita, mais abjecto que esses homens que se consideram os primeiros de todos [...]. Dormem até ao meio-dia; mal saídos do leito, ouvem missa, que para eles reza um padre mercenário. Mal acabado o almoço, logo os chamam para o jantar. Depois, são os dados, o xadrez, os torneios, os adivinhos, os bobos, as amantes, os divertimentos, as chalaças [...]. E, deste modo, sem receio do tédio da vida, passam as horas, os dias, os meses, os anos, os séculos.
Erasmo de Roterdão, Elogio da Loucura (1511)
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Friday
Mare Clausum
Mare Clausum

Com a assinatura do Tratado de Alcáçovas-Toled e sobretudo com a assinatura do Tratatdo de Tordesilhas a navegação nos oceanos ficava reservada , com a benção papal, a portugueses e espanhóis naquilo que ficou conhecido no direito internacional como Mare Clausum, ou Mar Fechado.
Esta política foi mal recebida por nações europeias como a França, Holanda e Inglaterra, que reivindicaram, apoderando-se dos mares pela força, pelo corso e pirataria de rotas, produtos e colónias, por intermédio das suas Companhias majestáticas, com objectivos militares e expansionistas. No entanto, só no séc XVII o direito internacional anularia as disposições consagradas em Tordesilhas opondo ao Mare Clausum o princípio do Mare LIberum.
O cheiro da canela
Até esta altura, as mercadorias orientais eram adquiridas na índia pelos muçulmanos, que as transportavam por mar através do Oceano índico, do Mar Vermelho e do Golfo Pérsico, seguindo depois em caravanas até aos portos do Mediterrâneo Oriental. Os mercadores venezianos e genoveses iam aí comprá-Ias, vendendo-as depois em toda a Europa. Com esse lucro faziam a riqueza de muitas cidades italianas.
Estas mercadorias atingiam preços muito elevados pois passavam pelas mãos de vários intermediários. Os Portugueses, ao adquiri-las directamente na origem, podiam vendê-las mais baratas que os Venezianos e Genoveses e, ainda assim, com uma grande margem de lucro.
Tratado de Tordesilhas
Tratado de Tordesilhas A descoberta da América por Cristóvão Colombo (1492) levou a um grave conflito entre Portugal e Castela. D. João II reivindicou o direito às terras descobertas por se situarem nas áreas atribuídas a Portugal pelo acordo de Alcáçovas-Toledo.
Em 1494, após demoradas negociações, Portugal e Espanha assinam o Tratado de Tordesilhas, que dividiu o mundo em duas grandes áreas de influência. Em cada uma delas, as potências ibéricas gozavam do exclusivo de navegação e comércio nas terras descobertas ou a descobrir. Instituía-se assim a doutrina do Mare Clausum, o mar fechado.
Materiais de Apoio
Ritmos e Rumos da Expansão
Crise económica e social
Os reflexos da crise económica-social europeia, combinando-se com as perturbações das guerras fernandinas com Castela e das guerras da independência (a paz com Castela só seria assinada em 1411), fazem convergir na nossa sociedade a dupla aspiração da nobreza a aumentar as suas terras e da burguesia a conquistar novos mercados.
V. Magalhães Godinho , A economia dos descobrimentos henriquinos
Uma crise, por mais grave que ela seja, não significa apenas morte e destruição. Também o é; mas não deixa de ser também uma oportunidade para a mudança. Com a crise do séc XIV , em Portugal, abria-se a via para a aventura das descobertas.
Wednesday
Crise Dinástica do séc XIV
Mosteiro de Stª Maria da Vitória, mais conhecido por Mosteiro da Batalha, construído em comemoração da vitória em Aljubarrota.
A CRISE DO SÉCULO XIV EM PORTUGAL

Os problemas e dificuldades que se fizeram sentir na Europa, na 2ª metade do século XIV, atingiram também Portugal
Logo em 1348, a Peste Negra chegou ao nosso país. Ao que se julga, entrou através dos portos marítimos do Sul, provavelmente por Tavira. Em pouco tempo alcançou todo o território, provocando maior mortandade nos centros urbanos e nos mosteiros, onde as populações estavam mais concentradas. Pensa-se que pelo menos 1/3 dos portugueses foram vítimas da Peste Negra.
Os efeitos da epidemia foram imediatos. Devido à falta de mão-de-obra nos centros urbanos, muitos trabalhadores rurais rumaram para as cidades, em busca de melhores condições de vida. Em consequência, muitas terras ficaram ao abandono, o que provocou um abaixamento da produção de cereais. Ora, face à diminuição das receitas, os senhores agravaram os tributos e rendas aos camponeses. Por isso, surgiram revoltas e forte agitação social.
Logo em 1348, a Peste Negra chegou ao nosso país. Ao que se julga, entrou através dos portos marítimos do Sul, provavelmente por Tavira. Em pouco tempo alcançou todo o território, provocando maior mortandade nos centros urbanos e nos mosteiros, onde as populações estavam mais concentradas. Pensa-se que pelo menos 1/3 dos portugueses foram vítimas da Peste Negra.
Os efeitos da epidemia foram imediatos. Devido à falta de mão-de-obra nos centros urbanos, muitos trabalhadores rurais rumaram para as cidades, em busca de melhores condições de vida. Em consequência, muitas terras ficaram ao abandono, o que provocou um abaixamento da produção de cereais. Ora, face à diminuição das receitas, os senhores agravaram os tributos e rendas aos camponeses. Por isso, surgiram revoltas e forte agitação social.
Soluções para a crise
Irmãos Limbourg, Séc XV
Com vista a resolver os problemas do mundo rural, os reis portugueses tomaram várias medidas. D. Afonso IV, em 1349, enviou aos concelhos do Reino as Leis do Trabalho e D. Fernando, em 1375, publicou a Lei das Sesmarias .
. os proprietários rurais eram obrigados a cultivar as suas terras;
. todos os que abandonaram a agricultura deviam voltar aos trabalhos agrícolas;
. os salários eram tabelados, de modo a evitar abusos;
. a mendicidade era proibida, de forma a conseguir-se mão-de-obra para a agricultura.
Com vista a resolver os problemas do mundo rural, os reis portugueses tomaram várias medidas. D. Afonso IV, em 1349, enviou aos concelhos do Reino as Leis do Trabalho e D. Fernando, em 1375, publicou a Lei das Sesmarias .
De acordo com estas leis, determinou-se o seguinte:
. os proprietários rurais eram obrigados a cultivar as suas terras;
. todos os que abandonaram a agricultura deviam voltar aos trabalhos agrícolas;
. os salários eram tabelados, de modo a evitar abusos;
. a mendicidade era proibida, de forma a conseguir-se mão-de-obra para a agricultura.
Lei das Sesmarias
A Lei das Sesmarias foi promulgada em Santarém a 28 de Maio de 1375, durante o reinado de D. Fernando I. Insere-se num contexto de crise económica que se manifestava há já algumas décadas por toda a Europa e que a peste negra veio agravar. Toda a segunda metade do séc. XIV e quase todo o séc. XV foram período de depressão. A peste negra levou a uma falta inicial de mão-de-obra nos centros urbanos (locais onde a mortandade foi ainda mais intensa) que, por sua vez, desencadeou o aumento dos salários das actividades artesanais; estes factos desencadearam a fuga dos campos para as cidades. Após estas consequências iniciais verificou-se, e tornou-se característica deste período, a falta de mão-de-obra rural que levou à diminuição da produção agrícola e ao despovoamento de todo o País. A lei das Sesmarias e outras disposições locais anteriores pretendiam fixar os trabalhadores rurais às terras e diminuir o despovoamento. Segundo Virginia Rau as causas que levaram à promulgação desta lei foram: a escassez de cereais, a carência de mão-de-obra, o aumento dos preços e dos salários agrícolas, a falta de gado para a lavoura, a diferença entre as rendas pedidas pelos donos da terra e os valores oferecidos pelos rendeiros e o aumento dos ociosos e vadios. A lei pretendia: obrigar os proprietários a cultivar as terras mediante pena de expropriação, obrigar ao trabalho na agricultura a todos os que fossem filhos ou netos de lavradores e a todos os que não possuíssem bens avaliados até quinhentas libras, evitar o encarecimento geral fixando os salários rurais, obrigar os lavradores a terem o gado necessário para a lavoura e fixando o preço do mesmo gado, proibir a criação de gado que não fosse para trabalhos de lavoura, fixar preços de rendas, aumentar o número de trabalhadores rurais pela compulsão de mendigos, ociosos e vadios que pudessem fazer uso do seu corpo. A grande novidade desta lei é a instituição do princípio de expropriação da propriedade caso a terra não fosse aproveitada. Procurava-se repor em cultivo terras que já o haviam tido e que os factos já mencionados tinham transformado em baldios. A lei das Sesmarias foi como que uma reforma agrária. No entanto, não se sabe com clareza até que ponto foi cumprida e em que medida contribuiu para uma restruturação da propriedade e para a resolução da crise.
A Peste Negra

A Peste Negra foi uma epidemia que atingiu a Europa, a China, o Médio Oriente e outras regiões do Mundo durante o século XIV (1347-1350), matando um terço da população da Europa e proporções provavelmente semelhantes nas outras regiões. A peste não só dizimou a população como largamente veio agravar as condições de vida de uma Europa já muito fustigada por fomes e guerras.
Durante o período de revolução e de catástrofe que causou, instituições milenares como a Igreja Católica foram questionadas, novas formas de religião místicas e de pensar prosperaram e minorias inocentes como os leprosos e os Judeus foram perseguidas e acusadas de serem a causa da peste.
Tuesday
Metas de aprendizagem
Conhecer e compreender os vetores fundamentais do Iluminismo
Identificar os princípios norteadores do Iluminismo e os seus principais representantes.
Identificar os meios de difusão das ideias iluministas e os estratos sociais que mais cedo a elas aderiram.
Analisar as propostas do Iluminismo para um novo regime político e social baseado na separação dos poderes, na soberania da nação e no contrato social, na tolerância religiosa, na liberdade de pensamento, na igualdade à nascença e perante a lei.
Reconhecer a influência das propostas iluministas nas democracias atuais.
Compreender os principais condicionalismos explicativos do arranque da “Revolução Industrial” na Inglaterra
Explicar o processo de modernização agrícola na Inglaterra no final do século XVIII.
Indicar os principais efeitos da modernização agrícola.
Enumerar os factores que explicam o aumento demográfico registado na Inglaterra nos finais do século XVIII/início do século XIX.
Enunciar as condições políticas e sociais da prioridade inglesa.
Relacionar o desenvolvimento do comércio colonial e do sector financeiro com a disponibilidade de capitais, matérias primas e mercados, essenciais ao arranque da industrialização.
Referir as condições naturais e as acessibilidades do território inglês que contribuíram para o pioneirismo da sua industrialização.
Conhecer e compreender as características das etapas do processo de industrialização europeu de meados do século XVIII e inícios do século XIX
Definir os conceitos de maquinofatura e de indústria, distinguindo-os das noções de artesanato, manufactura e indústria assalariada ao domicílio.
Identificar as principais características da primeira fase da industrialização (“Idade do vapor”).
Referir a importância da incorporação de avanços científicos e técnicos nas indústrias de arranque (têxtil e metalurgia).
Reconhecer as “revoltas luditas” como primeira modalidade de reação a consequências negativas, para as classes populares, do processo de industrialização.
Conhecer e compreender as implicações ambientais da atividade das comunidades humanas e, em particular, das sociedades industrializadas
Relacionar a industrialização com consumo intensivo de recursos não renováveis e com alterações graves nos equilíbrios ambientais.
Objectivos de Aprendizagem

Conhecer e compreender o Antigo Regime europeu a nível político e social
1. Definir Antigo Regime.
2. Reconhecer o absolutismo régio como o ponto de chegada de um processo de centralização do poder régio iniciado na Idade Média.
3. Identificar os pressupostos fundamentais do absolutismo régio, nomeadamente a teoria da origem divina do poder e as suas implicações.
4. Reconhecer a corte régia e os cerimoniais públicos como instrumentos do poder absoluto.
5. Caracterizar a sociedade de ordens de Antigo Regime, salientando as permanências e as mudanças relativamente à Idade Média.
6. Destacar a relevância alcançada por segmentos da burguesia mercantil e financeira nas estruturas sociais da época.
Conhecer os elementos fundamentais de caracterização da economia do Antigo Regime europeu
1. Reconhecer o peso da economia rural no Antigo Regime, sublinhando o atraso da agricultura devido à permanência do Regime Senhorial.
2. Salientar a importância do comércio internacional na economia de Antigo Regime.
3. Explicar os objectivos e medidas da política mercantilista.
Conhecer e compreender os elementos fundamentais da arte e da cultura no Antigo Regime
1. Caracterizar a arte barroca nas suas principais expressões.
2. Reconhecer a importância do método experimental e da dúvida metódica cartesiana para o progresso científico ocorrido.
3. Reconhecer a consolidação, nestes séculos, do desenvolvimento da ciência e da técnica, referindo os principais avanços científicos e os seus autores.
1. Definir Antigo Regime.
2. Reconhecer o absolutismo régio como o ponto de chegada de um processo de centralização do poder régio iniciado na Idade Média.
3. Identificar os pressupostos fundamentais do absolutismo régio, nomeadamente a teoria da origem divina do poder e as suas implicações.
4. Reconhecer a corte régia e os cerimoniais públicos como instrumentos do poder absoluto.
5. Caracterizar a sociedade de ordens de Antigo Regime, salientando as permanências e as mudanças relativamente à Idade Média.
6. Destacar a relevância alcançada por segmentos da burguesia mercantil e financeira nas estruturas sociais da época.
Conhecer os elementos fundamentais de caracterização da economia do Antigo Regime europeu
1. Reconhecer o peso da economia rural no Antigo Regime, sublinhando o atraso da agricultura devido à permanência do Regime Senhorial.
2. Salientar a importância do comércio internacional na economia de Antigo Regime.
3. Explicar os objectivos e medidas da política mercantilista.
Conhecer e compreender os elementos fundamentais da arte e da cultura no Antigo Regime
1. Caracterizar a arte barroca nas suas principais expressões.
2. Reconhecer a importância do método experimental e da dúvida metódica cartesiana para o progresso científico ocorrido.
3. Reconhecer a consolidação, nestes séculos, do desenvolvimento da ciência e da técnica, referindo os principais avanços científicos e os seus autores.
Materiais
Sunday
Perguntas e Respostas
O que foi o Antigo Regime?
R. O antigo Regime foi um período histórico entre os séculos XVI e XVIII. Caracterizou-se, politicamente, pelo poder absoluto do rei, socialmente, pela estratificação da sociedade em três ordens e, economicamente, pelo predomínio do sector agrícola, pelo capitalismo comercial e pelas tentativas mercantilistas. Em termos artísticos foi o tempo da arte barroca.
Que fez o Conde da Ericeira aquando da crise comercial de 1670?
Aplicou medidas mercantilistas que visavam aumentar a capacidade industrial do país e reequilibrar a sua balança comercial, no sentido de o tornar menos dependente do exterior.
O que é o mercantilismo?
E uma doutrina económica que defende que a riqueza de um Estado está na quantidade de metais preciosos que possui. Para fazer com que eles entrem no país é preciso ter uma balança comercial favorável. Esta consegue-se quando há um aparelho produtivo capaz de responder às necessidades do mercado interno e de produzir para exportação.
Quais eram os estados ou ordens da sociedade do Antigo Regime?
O clero, a nobreza e o terceiro estado. Os dois primeiros eram privilegiados, o terceiro, não. Do terceiro estado faziam parte camponeses, artesãos, assalariados rurais e urbanos e a burguesia.
O que foi o absolutismo?
O absolutismo foi o sistema político que vigorou em quase toda a Europa durante o Antigo Regime. O sistema permitia ao rei controlar todos os poderes (legislativo, executivo e Judicial).
Também houve absolutismo em Portugal?
Claro que sim. Os reis que melhor simbolizam este tipo de poder em Portugal são: D. Pedro II (1 683-1706), D. João V (1706-1 750) e D. José I (1 750-1777).
Quem foi Luís XIV?
Luís, o Grande, foi rei de França entre 1643 e 1715. É considerado o símbolo máximo do poder absoluto. O fausto da sua corte foi imitado pelos outros monarcas da Europa.
Quem foi o Marquês de Pombal?
Sebastião José de Carvalho e Melo, isto é, o Marquês de Pombal, foi Ministro de D. José I.
Primeiro, secretário dos Negócios Estrangeiros e, depois, secretário dos Negócios do Reino.
Ficou célebre pelas perseguições que moveu à nobreza e ao clero, opositores naturais à afirmação do poder régio que ele tanto defendia. Mas deve-se-lhe também reconhecer a sua capacidade governativa e o esforço que dedicou à modernização do país: reformou as instituições administrativas, reformou o ensino, reconstruiu Lisboa depois do terramoto, acarinhou o comércio e a indústria...
0 que é o despotismo iluminado?
O despotismo iluminado é uma forma de governo que confere ao rei um poder absoluto, mas iluminado pela razão, para o bem-estar e a felicidade da Nação. Em Portugal, D. José I e o seu primeiro-ministro, Pombal, enquadraram-se nesta forma de governar.
Como ficou a capital após a reconstrução?
Ficou mais moderna e funcional, com as suas ruas, praças e casas traçadas a régua e esquadro. Esta geometria foi ditada pelo Marquês. Não se ergueram palácios e as igrejas não puderam subir mais do que os outros prédios, que eram todos iguais. O Terreiro do Paço muda de nome para Praça do Comércio (à volta vivem os burgueses mais ricos). No centro está o rei a cavalo, numa estátua de Machado de Castro e, ao fundo, o arco do Triunfo que abre para a Rua Augusta.
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