Tuesday

Metas de aprendizagem



Conhecer e compreender os vetores fundamentais do Iluminismo 

Identificar os princípios norteadores do Iluminismo e os seus principais representantes.
Identificar os meios de difusão das ideias iluministas e os estratos sociais que mais cedo a elas aderiram.
Analisar as propostas do Iluminismo para um novo regime político e social baseado na separação dos poderes, na soberania da nação e no contrato social, na tolerância religiosa, na liberdade de pensamento, na igualdade à nascença e perante a lei.
Reconhecer a influência das propostas iluministas nas democracias atuais.

Compreender os principais condicionalismos explicativos do arranque da “Revolução Industrial” na Inglaterra 

Explicar o processo de modernização agrícola na Inglaterra no final do século XVIII.
Indicar os principais efeitos da modernização agrícola.
Enumerar os factores que explicam o aumento demográfico registado na Inglaterra nos finais do século XVIII/início do século XIX.
Enunciar as condições políticas e sociais da prioridade inglesa.
Relacionar o desenvolvimento do comércio colonial e do sector financeiro com a disponibilidade de capitais, matérias primas e mercados, essenciais ao arranque da industrialização.
Referir as condições naturais e as acessibilidades do território inglês que contribuíram para o pioneirismo da sua industrialização.

Conhecer e compreender as características das etapas do processo de industrialização europeu de meados do século XVIII e inícios do século XIX 

Definir os conceitos de maquinofatura e de indústria, distinguindo-os das noções de artesanato, manufactura e indústria assalariada ao domicílio.
Identificar as principais características da primeira fase da industrialização (“Idade do vapor”).
Referir a importância da incorporação de avanços científicos e técnicos nas indústrias de arranque (têxtil e metalurgia).
Reconhecer as “revoltas luditas” como primeira modalidade de reação a consequências negativas, para as classes populares, do processo de industrialização.

Conhecer e compreender as implicações ambientais da atividade das comunidades humanas e, em particular, das sociedades industrializadas 

Relacionar a industrialização com consumo intensivo de recursos não renováveis e com alterações graves nos equilíbrios ambientais.

Objectivos de Aprendizagem



Conhecer e compreender o Antigo Regime europeu a nível político e social 

1. Definir Antigo Regime.
2. Reconhecer o absolutismo régio como o ponto de chegada de um processo de centralização do poder régio iniciado na Idade Média.
3. Identificar os pressupostos fundamentais do absolutismo régio, nomeadamente a teoria da origem divina do poder e as suas implicações.
4. Reconhecer a corte régia e os cerimoniais públicos como instrumentos do poder absoluto.
5. Caracterizar a sociedade de ordens de Antigo Regime, salientando as permanências e as mudanças relativamente à Idade Média.
6. Destacar a relevância alcançada por segmentos da burguesia mercantil e financeira nas estruturas sociais da época.

Conhecer os elementos fundamentais de caracterização da economia do Antigo Regime europeu

1. Reconhecer o peso da economia rural no Antigo Regime, sublinhando o atraso da agricultura devido à permanência do Regime Senhorial.
2. Salientar a importância do comércio internacional na economia de Antigo Regime.
3. Explicar os objectivos e medidas da política mercantilista.

Conhecer e compreender os elementos fundamentais da arte e da cultura no Antigo Regime 

1. Caracterizar a arte barroca nas suas principais expressões.
2. Reconhecer a importância do método experimental e da dúvida metódica cartesiana para o progresso científico ocorrido.
3. Reconhecer a consolidação, nestes séculos, do desenvolvimento da ciência e da técnica, referindo os principais avanços científicos e os seus autores. 



Materiais


Sunday

Perguntas e Respostas




O que foi o Antigo Regime?


R. O antigo Regime foi um período histórico entre os séculos XVI e XVIII. Caracterizou-se, politicamente, pelo poder absoluto do rei, socialmente, pela estratificação da sociedade em três ordens e, economicamente, pelo predomínio do sector agrícola, pelo capitalismo comercial e pelas tentativas mercantilistas. Em termos artísticos foi o tempo da arte barroca.



Que fez o Conde da Ericeira aquando da crise comercial de 1670?

Aplicou medidas mercantilistas que visavam aumentar a capacidade industrial do país e reequilibrar a sua balança comercial, no sentido de o tornar menos dependente do exterior.



O que é o mercantilismo?

E uma doutrina económica que defende que a riqueza de um Estado está na quantidade de metais preciosos que possui. Para fazer com que eles entrem no país é preciso ter uma balança comercial favorável. Esta consegue-se quando há um aparelho produtivo capaz de responder às necessidades do mercado interno e de produzir para exportação.



Quais eram os estados ou ordens da sociedade do Antigo Regime?

O clero, a nobreza e o terceiro estado. Os dois primeiros eram privilegiados, o terceiro, não. Do terceiro estado faziam parte camponeses, artesãos, assalariados rurais e urbanos e a burguesia.



O que foi o absolutismo?

O absolutismo foi o sistema político que vigorou em quase toda a Europa durante o Antigo Regime. O sistema permitia ao rei controlar todos os poderes (legislativo, executivo e Judicial).



Também houve absolutismo em Portugal?

Claro que sim. Os reis que melhor simbolizam este tipo de poder em Portugal são: D. Pedro II (1 683-1706), D. João V (1706-1 750) e D. José I (1 750-1777).



Quem foi Luís XIV?

Luís, o Grande, foi rei de França entre 1643 e 1715. É considerado o símbolo máximo do poder absoluto. O fausto da sua corte foi imitado pelos outros monarcas da Europa.



Quem foi o Marquês de Pombal?

Sebastião José de Carvalho e Melo, isto é, o Marquês de Pombal, foi Ministro de D. José I.

Primeiro, secretário dos Negócios Estrangeiros e, depois, secretário dos Negócios do Reino.

Ficou célebre pelas perseguições que moveu à nobreza e ao clero, opositores naturais à afirmação do poder régio que ele tanto defendia. Mas deve-se-lhe também reconhecer a sua capacidade governativa e o esforço que dedicou à modernização do país: reformou as instituições administrativas, reformou o ensino, reconstruiu Lisboa depois do terramoto, acarinhou o comércio e a indústria...



0 que é o despotismo iluminado?

O despotismo iluminado é uma forma de governo que confere ao rei um poder absoluto, mas iluminado pela razão, para o bem-estar e a felicidade da Nação. Em Portugal, D. José I e o seu primeiro-ministro, Pombal, enquadraram-se nesta forma de governar.



Como ficou a capital após a reconstrução?

Ficou mais moderna e funcional, com as suas ruas, praças e casas traçadas a régua e esquadro. Esta geometria foi ditada pelo Marquês. Não se ergueram palácios e as igrejas não puderam subir mais do que os outros prédios, que eram todos iguais. O Terreiro do Paço muda de nome para Praça do Comércio (à volta vivem os burgueses mais ricos). No centro está o rei a cavalo, numa estátua de Machado de Castro e, ao fundo, o arco do Triunfo que abre para a Rua Augusta.


Quiz






Saturday

Arte do Barroco

Esquema Conceptual


Mercantilismo em Portugal



Sociedade de Antigo Regime



 






Absolutismo



Economia Global XVII-XVIII

Rotas e Produtos do Comércio Triangular

Com o declínio do comércio oriental, desenvolveu-se um intenso tráfico comercial entre a Europa, a África e a América: o comércio triangular.
Os mercadores europeus, em especial ingleses, holan­deses e franceses, transportavam para a costa ocidental africana produtos manufacturados, aí adquiriam escravos que transportavam para as Américas, e aqui carregavam produtos tropicais (açúcar, tabaco, algodão, café) e metais preciosos para os mercados europeus.
Grandes centros distribuidores das merca­dorias recebidas de além-mar, as grandes cidades europeias conhecem um crescimento invulgar. Depois de Lisboa, Antuérpia e Sevilha, no século XVI, Amsterdão e Londres tomaram-se os grandes centros do comércio internacional nos séculos XVII e XVIII, respectivamente.


Thursday


Metas de Aprendizagem II





Conhecer e compreender as especificidades da crise do século XIV em Portugal 


Caracterizar os problemas sentidos em Portugal durante o reinado de D. Fernando, relacionando-os com a situação europeia.

Identificar o problema da sucessão ao trono no contexto das relações entre as coroas portuguesa e castelhana. 

Descrever os momentos decisivos da afirmação da independência do Reino.

Relacionar a chegada ao poder de uma nova dinastia com as alterações operadas no seio da sociedade portuguesa, sobretudo ao nível da renovação da nobreza e da afirmação de certos estratos da burguesia. 

Materiais


Sunday

Crise Demográfica

Quebra Demográfica



Quebra da Produção Agrícola

A Peste Negra em Portugal

Em nome de Deus Amén.
Porque em o ano da era de 1386 (1348) anos veio a pestilência, a mor­tandade por todo o mundo foi tão grande que não ficou viva a dízima dos homens que então aí havia, e em todo o dito ano morreram o prior e o chantre (o mestre do coro) e todos os raçoeiros (os que recebiam parte da renda dos mosteiros) da igreja de S. Pedro de Almedina de Coimbra uns depois dos outros todos em um mês.

Virgínia Rau, Un document portugais sur Ia peste noire de 1348, Separata de Annales du Midi, 1966

Saturday

Crise do Século XIV


Peste Negra- A Grande Mortandade




 Propagação da Peste Negra


“ O principal vector da doença não é o roedor, o animal mais comumente associado a ela, mas a pulga do roedor. Quando um hospedeiro contaminado morre, a pulga salta para um novo hospedeiro, transferindo-lhe o bacilo da peste, o Y. pestis, por meio de uma mordidela na pele. (…) Numa pulga não contaminada, o sangue de uma picada corre directamente para o estômago, matando a fome. Numa pulga contaminada, os bacilos da peste  acumulam-se na parte anterior do sistema digestivo, produzindo um bloqueio; isto aumenta a capacidade do insecto de transmitir a doença de duas formas. Em primeiro lugar, como nutriente algum está chegando ao estômago, a pulga do rato-preto, cronicamente faminta, morde constantemente; e, em segundo lugar, na medida em que o sangue não digerido se acumula na parte anterior do sistema digestivo, a pulga  torna-se uma seringa viva. Cada vez que morde, ela  engasga-se com o sangue não digerido, agora maculado pelos bacilos da peste, e vomita na nova mordidela.” (pp. 38-39)

A Grande Mortandade, John Kelly



Y. pestis ( O bacilo da Peste )



Médico Medieval

O bico de pássaro na cara era um modo de protecção à propagação da doença pois estava cheio de ervas aromáticas. Acreditava-se que filtrando o ar que respiravam ficariam protegidos de apanhar a doença.

Sunday

Materiais


Luís XIV, Rei de França



D João V, Rei de Portugal




Absolutismo e Mercantilismo numa sociedade de ordens
Aqui

A cultura em Portugal face aos dinamismos da cultura europeia

Friday



Objectivos de Aprendizagem - 8º A


Caracterizar o Antigo Regime  do ponto de vista político, económico e social

Definir e Identificar os princípios fundamentais do mercantilismo e que medidas se deviam tomar para implementar estas ideias económicas.

Caracterizar a arte e a mentalidade barrocas

Conhecer e identificar autores e obras do barroco internacional e português ( Escultura, arquitectura e pintura)

Conhecer alguns dos avanços científicos do séc XVII-XVIII


Explicar as principais resistências aos avanços científicos em Portugal nos séc XVI-XVII


Objectivos de Aprendizagem


A Criação de Adão (detalhe)
M. Ângelo, Capela Sistina


Localizar os principais focos de difusão cultural nos séculos XV e XVI.

Explicar as condições que favoreceram o surgimento do Renascimento na Itália.

Caracterizar a nova mentalidade do homem renascentista em oposição à mentalidade medieval

Descrever as características do Humanismo renascentista.

Compreender a importância da imprensa na divulgação dos novos valores e atitudes no campo do pensamento e da literatura.

Identificar as principais figuras do humanismo e da literatura renascentista europeia e algumas
das respectivas obras.

Relacionar o desenvolvimento da curiosidade face à Natureza com o espírito crítico renascentista e com as grandes viagens marítimas.

Mencionar os progressos do conhecimento nos séculos XV e XVI.


Friday

Metas de Aprendizagem





Indicar os motivos da crise do Império português a partir da segunda metade do século XVI.  

Descrever os factores que estiveram na origem da perda de independência portuguesa em 1580

Relacionar a crise do Império espanhol e as suas repercussões em Portugal em termos de descontentamento face ao seu domínio. 

Relacionar o incumprimento das promessas feitas por Filipe I, nas cortes de Tomar, pelos seus sucessores com o crescente descontentamento dos vários grupos sociais portugueses. 

Descrever os principais acontecimentos da Restauração da independência de Portugal no 1.º de Dezembro de 1640.

Conhecer e compreender a afirmação política e económica da Holanda e da Inglaterra,nos séculos XVII e XVIII





  

Da União Ibérica à Restauração