Breve resumo sobre a expansão e algumas questões para resolver sobre a gesta da expansão
Alguns olham para coisas que existem e perguntam "porquê?". Eu sonho com coisas que nunca existiram e pergunto " por que não? George Bernard Shaw
Saturday
A Acção de D.João II
Com D. João II (1481-1495), a coroa assume decididamente a política de expansão marítima: fortalece-se o domínio português a sul das Canárias através do tratado de Alcácovas- Toledo (1479-1480), explora-se economicamente a zona do Golfo da Guiné a partir da feitoria da Mina e intensifica-se a busca da passagem do Atlântico para o índico. Para atingir este último objectivo, avançam as viagens de Diogo Cão e de Bartolomeu Dias ao longo da costa africana; ao mesmo tempo, Afonso de Paiva e Pêro da Covilhã procuram, por terra, recolher informações sobre a navegação e comércio no Índico e localizar o reino do Preste João.

Caminho percorrido pela expedição de V. da Gama (a preto). No mapa está também o caminho percorrido por Pêro da Covilhã (a laranja) separado de Afonso de Paiva (a azul) depois da longa viagem juntos (a verde).
Materiais de Apoio
Conquista de Ceuta

A expedição a Ceuta
Era muito difícil a recuperação da agricultura, da indústria e do comércio, depois de uma crise tão grande e perniciosa como a que acontecera ao longo do século XIV. Crise tão grave que, em várias regiões da Europa, ainda não acabara. Prosseguia, ainda, a Guerra dos Cem Anos e, entretanto, os Turcos-Otomanos prolongavam, nas partes do Oriente, sobre os Balcãs, o amplo cerco que os Árabes faziam à Europa e que havia de culminar em 1453 com a tomada de Constantinopla.
Faltavam, à Europa, cereais e ouro. Mas sabia-se onde encontrar estas riquezas. Um dos lugares mais conhecidos e até mais próximos era Ceuta, praça do Norte de África e bom mercado onde chegavam caravanas de negociantes do deserto do Sara.
D. João de Portugal concordou em organizar uma poderosa armada que fosse conquistar a próspera cidade marroquina. Eram mais de 200 navios pequenos e grandes, de velas ao vento! Nem todos chegaram ao destino porque o leme de muitos deles não resistiu à força da tempestade que os atirou para Algeciras. Porém, apesar do contratempo, a empresa foi um sucesso militar.
A. do Carmo Reis, Atlas dos Descobrimentos
Os Descobrimentos Portugueses (em resumo)

O expansionismo europeu
Durante o século XIV a Europa passou por uma grave crise demográfica, económica, social e política.
O comércio antes dos descobrimentos era feito por comerciantes muçulmanos, que traziam a vários pontos do mar Mediterrâneo na Europa principalmente a Itália.
Com isto existem vários intermediários o que faz que o preço dos produtos aumente.
O conhecimento do Mundo
No início do século XV, os europeus consideravam-se o centro do Mundo, sendo o conhecimento dos continentes asiático e africano bastante limitado. Do continente americano e da Austrália nada se conhecia.
Interesses dos grupos sociais
Até ao século XV os povos viviam isolados sem imaginar os habitantes das outras regiões. Esta situação alterou-se quando os Italianos e, depois, os Portugueses tomaram a iniciativa de entrar pelo Mar desconhecida, quebrando barreiras geográficas.
Várias motivações levaram os Portugueses à descoberta das novas terras:
• Rei – Procurava soluções para os problemas económicos que afectavam Portugal e também procurava aumentar a riqueza do país;
• Nobres – Tinham de novo oportunidade de se dedicarem à guerra, podendo adquirir novas terras, cargos e títulos;
• Burgueses – Desejavam novos produtos para fazerem comércio;
• Povo – Desejava conseguir melhores condições de vida;
• Clero – Movidos pela defesa da fé cristã desejavam ir combater seus inimigos de longa data, os Muçulmanos.
Condições da prioridade portuguesa
Os portugueses tinham também as melhores condições para partirem à procura de novas terras:
• Clima de paz:
• Posição geográfica;
• Tradição marítima;
• Conhecimento de instrumentos náuticos (astrolábio, quadrante, bússola, balestilha, vela triangular, caravela, navegação astronómica, portulanos);
• Estabilidade económica.
Conquista de Ceuta
Aconteceu em 1415 e foi um acontecimento fundamental para a expansão portuguesa. Várias razões levaram à conquista desta cidade:
• Existência de ouro e especiarias em Ceuta;
• Localização estratégica (junto ao estreito de Gibraltar, o que permitia que a quem a conquistasse controlasse o comércio do mar Mediterrâneo);
• Evitar as expedições dos piratas marroquinos para atacar a costa algarvia.
Depois da conquista Ceuta pelos portugueses os muçulmanos desviaram as rotas do comércio para outras cidades e começaram a ataca-la constantemente.
Ocupação e descobrimento do arquipélago da Madeira e dos Açores
Em 1419 ocupou definitivamente a Madeira. Mais tarde, o Infante D. Henrique, senhor das ilhas por doação do rei, mandou dividi-las em capitanias.
Em 1927 Diogo de Silves atinge os Açores. Nos Açores utilizou-se o mesmo sistema de divisão de capitanias.
A passagem do Cabo Bojador e os avanços para sul
Em 1434, Gil Eanes, passou o Cabo Bojador e aumentou o conhecimento dos portugueses sobre o continente africano.
Em 1960 Diogo Gomes chegou à Serra Leoa e posteriormente ao arquipélago de Cabo Verde.
Contrato de arrendamento a Fernão Gomes
Em 1469, D. Afonso V arrendou a Fernão gomes, rico burguês de Lisboa, o monopólio do comércio com a costa africana (com algumas excepções), por um período de cinco anos, mediante o pagamento anual de 200 000 reais e a obrigação de descobrir cada ano léguas de costa.
A política expansionista de D. João II
O objectivo de D. João II era chegar à Índia, em 1488 Bartolomeu Dias conseguiu dobrar o Cabo das Tormentas a que mais tarde D. João II viria a chamar Cabo da Boa Esperança
Os Portugueses tinham, finalmente, entrado no Oceano Índico.
A rivalidade luso-castelhana
A rivalidade entre Portugal e Castela, provocada pelas disputas sobre as terras descobertas, vinha já do século XIV, quando os dois estados reivindicaram a posse das ilhas Canários.
Com objectivo de pôr fim a este conflito em 1479, assinou-se o Tratado de Alcáçovas, que atribui a Portugal as terras a sul das Canárias, ficando estas ilhas como pertença de Castela. No entanto, com a descoberta da América, por Cristóvão Colombo, em 1492, o conflito reacendeu-se.
Em 1492, Cristóvão Colombo com o apoio dos reis de Castela chegou às Antilhas (América), pensando atingir a Ásia. Como as Antilhas se localizavam a sul do paralelo do tratado de Alcáçovas, Portugal reivindicou as terras, o que provocou um novo conflito com Castela.
Em 1494, com a intervenção papal, foi assina do outro acordo o Tratado de Tordesilhas.
Tratado de Tordesilhas: Neste tratado estabeleceu-se a divisão do mundo em duas partes, separadas por um meridiano que passava a 370 léguas a ocidente das ilhas de Cabo Verde. As terras descobertas, ou a descobrir, a ocidente dessa ilha pertenceriam a Castela e as descobertas ou a descobrir, a oriente pertenceriam a Portugal.
A chegada à Índia e ao Brasil
Em 1497, Vasco de Gama a mando de D. Manuel I (sucessor de D. João II) partiu de Lisboa para a Índia.
Em 1498, Portugal tinha oficialmente chegado à Índia.
D. Manuel mandou outra aramada para a Índia, comandada por Pedro Álvares Cabral, para tentar impor a presença portuguesa no oriente. Mas no percurso as embarcações desviaram-se para sudoeste o que fez que em 1500, Pedro Álvares Cabral chegou à Terra de Vera Cruz (Brasil).
A Aventura dos Descobrimentos
Jamais um grupo de homens conheceu tantas coisas novas sobre a Terra, em tão pouco tempo. Nos séculos XV e XVI , os europeus, tendo à frente portugueses e espanhóis, lançaram-se em pequeninas embarcações aos oceanos, aos “mares nunca dantes navegados”.
Descobriram, visitaram ou conquistaram quatro imensos continentes de povos e os colocaram em contacto entre si. Cada um dos quatro continentes, sozinho, era maior que a Europa inteira e possuía seus próprios animais e plantas, desconhecidos dos brancos, bem como suas próprias paisagens, climas, riquezas naturais, seus cheiros, sabores, cores (...)Para os europeus, foi um tempo de surpresas, tempo de espantos.
Os descobrimentos marítimos abriram um mundo novo, variado, surpreendente. Um mundo onde seria absolutamente necessário conviver com as diferenças, encarar o outro.
Depois disso a Terra não continuou a mesma: O conhecimento e a compreensão que os homens tinham do mundo não somente aumentou, como mudou. Começou um novo tempo na história da humanidade, tão novo que, para medi-lo, tornou-se necessário novos relógios.
Depois disso a Terra não continuou a mesma: O conhecimento e a compreensão que os homens tinham do mundo não somente aumentou, como mudou. Começou um novo tempo na história da humanidade, tão novo que, para medi-lo, tornou-se necessário novos relógios.
AMADO, Janaína e GARCIA, Ledonias Franco. Navegar é preciso
Grandes descobrimentos marítimos europeus (adaptado)
Grandes descobrimentos marítimos europeus (adaptado)
Mapa dito de Mercator
(1512 - 1594)
Friday
O Séc XIV em Portugal

1315/19 - Fome (devido à destruição de sementeiras por chuvas abundantes)
1333 - Fome (seca)
1348 - Peste Negra
1355/56 - Crise de cereais (seca)
1361 - Epidemias
1364/66 - Peste e crise de cereais (falta de mão-de-obra)
1371/72 - Crise de cereais (guerra e inundações)
1384 - Surto de peste (um dos maiores de sempre no país)
1384/87 - Crise de cereais (guerra com Castela)
1391/92 - Crise de cereais (falta de mão-de-obra)
1394 - Fome (falta de mão-de-obra)
Tuesday
Sunday
Objectivos de Aprendizagem

Revolução Agrícola/ Revolução Industrial
Indica as principais transformações agrícolas verificadas na Europa, nos sécs. XVII e XVIII.
Indica factores que estiveram na origem da Revolução Agrícola inglesa.
Explica o aumento demográfico Inglês e europeu no séc XVIII
Indica as condições e factores da prioridade inglesa no arranque da Revolução Industrial
Enumera alguns dos progressos técnicos verificados nesta altura.
Conhece e compreende as diferenças entre o regime de produção industrial e o anterior.
Indicar e caracterizar os principais sectores de arranque da Revolução
Conceitos:
Revolução Agrícola, Enclosures, Revolução Industrial, Produção em Série, Fábrica, Revolução Demográfica, Demografia, Saldo Fisiológico, Revolução, Esperança de Vida
Materiais
Friday
Perguntas & Respostas
P- 0 que significa «revolução agrícola»?
R. A revolução agrícola consistiu num conjunto de transformações muito significativas e profundas na agricultura inglesa.
P- Quais os factores político-económicos responsáveis pelo desenvolvimento da agricultura inglesa no século XVIII?
R. Os factores político-económicos responsáveis pelo desenvolvimento da agricultura inglesa no século XVIII foram o sistema parlamentar favorável à livre iniciativa e os investimentos dos lucros do comércio colonial na agricultura.
P- Qual a importância das enclosures para o processo de transformação da agricultura?
R. As enclosures contribuíram para a preservação dos pastos e para uma maior rentabilidade das explorações agro-pecuárias. Nelas foi possível fazer experiências agrícolas de grande sucesso, nomeadamente ao nível da produtividade dos solos e do aperfeiçoamento de raças animais.
P- Quais foram as técnicas agrícolas desenvolvidas na época?
R. Resumidamente, podemos referir os campos cercados (enclosures); o afolhamento quadrienal; os arroteamentos e as drenagens; o apuramento de raças animais e de sementes; o aperfeiçoamento/ invenção de alfaias e máquinas; a introdução de novas plantas e a adubação.
P- 0 desenvolvimento agrícola foi um fenómeno generalizado na Europa?
R. Não. Ele apenas se fez sentir, nesta fase, nos Países Baixos e, sobretudo, na Inglaterra.
P- Quais foram as consequências do aumento da produtividade dos solos?
R. O aumento da produtividade dos solos contribuiu para um aumento da produção de alimentos e, consequentemente, contribuiu também para a diminuição das fomes e da mortalidade, e para a obtenção de matérias-primas, capitais e mão-de-obra potencialmente disponíveis para outros sectores de actividade, como a indústria.
P- Quais as consequências demográficas positivas, resultantes dos progressos verificados na alimentação?
R. As consequências positivas foram: a diminuição das fomes e das epidemias e a forte redução das taxas de mortalidade. Globalmente, houve uma melhoria da qualidade de vida das pessoas.
P- Quais as consequências da revolução demográfica na segunda metade do século XVIII?
R. As consequências foram múltiplas. Deu-se um rejuvenescimento da população; um considerável aumento da esperança de vida das pessoas; um forte crescimento urbano e um forte êxodo rural. Com as pessoas cresce o consumo e os mercados alargam-se.
P- Quais os condicionalismos e factores da prioridade inglesa na revolução industrial?
R. Os condicionalismos foram políticos e sociais (regime parlamentar liberal; burguesia e nobreza muito empreendedoras); demográficos (mão-de-obra disponível); económicas (abundância de capitais e vastos mercados, externo e interno); geográficos (existência de boas vias de comunicação); naturais (abundância de matérias-primas); e técnicos (numerosos inventas e técnicos).
P- Quais os sectores de arranque da RevoluçãoIndustrial?
R. Os sectores de arranque foram a indústria têxtil algodoeira e a indústria metalúrgica.
P- Qual a importância da máquina a vapor?
R. A máquina a vapor contribuiu para acelerar o trabalho e aumentar a produção. A máquina a vapor veio pôr as outras máquinas a trabalhar a alta velocidade.
P- O que significa «revolução industrial»?
R. Revolução industrial significa um conjunto de transformações técnicas operadas na indústria, que alteraram o tradicional modo de produção: da manufactura passou-se à maquinofactura.
P- Onde se localizavam as fábricas?
R. Inicialmente as fábricas localizavam-se junto das matérias-primas (campos, minas), das vias de comunicação (portos, rios, canais,...) e dos cursos de água. Mais tarde, com o desenvolvimento das vias de comunicação e a utilização da máquina a vapor, passaram a concentrar-se mais nas cidades.
R. A revolução agrícola consistiu num conjunto de transformações muito significativas e profundas na agricultura inglesa.
P- Quais os factores político-económicos responsáveis pelo desenvolvimento da agricultura inglesa no século XVIII?
R. Os factores político-económicos responsáveis pelo desenvolvimento da agricultura inglesa no século XVIII foram o sistema parlamentar favorável à livre iniciativa e os investimentos dos lucros do comércio colonial na agricultura.
P- Qual a importância das enclosures para o processo de transformação da agricultura?
R. As enclosures contribuíram para a preservação dos pastos e para uma maior rentabilidade das explorações agro-pecuárias. Nelas foi possível fazer experiências agrícolas de grande sucesso, nomeadamente ao nível da produtividade dos solos e do aperfeiçoamento de raças animais.
P- Quais foram as técnicas agrícolas desenvolvidas na época?
R. Resumidamente, podemos referir os campos cercados (enclosures); o afolhamento quadrienal; os arroteamentos e as drenagens; o apuramento de raças animais e de sementes; o aperfeiçoamento/ invenção de alfaias e máquinas; a introdução de novas plantas e a adubação.
P- 0 desenvolvimento agrícola foi um fenómeno generalizado na Europa?
R. Não. Ele apenas se fez sentir, nesta fase, nos Países Baixos e, sobretudo, na Inglaterra.
P- Quais foram as consequências do aumento da produtividade dos solos?
R. O aumento da produtividade dos solos contribuiu para um aumento da produção de alimentos e, consequentemente, contribuiu também para a diminuição das fomes e da mortalidade, e para a obtenção de matérias-primas, capitais e mão-de-obra potencialmente disponíveis para outros sectores de actividade, como a indústria.
P- Quais as consequências demográficas positivas, resultantes dos progressos verificados na alimentação?
R. As consequências positivas foram: a diminuição das fomes e das epidemias e a forte redução das taxas de mortalidade. Globalmente, houve uma melhoria da qualidade de vida das pessoas.
P- Quais as consequências da revolução demográfica na segunda metade do século XVIII?
R. As consequências foram múltiplas. Deu-se um rejuvenescimento da população; um considerável aumento da esperança de vida das pessoas; um forte crescimento urbano e um forte êxodo rural. Com as pessoas cresce o consumo e os mercados alargam-se.
P- Quais os condicionalismos e factores da prioridade inglesa na revolução industrial?
R. Os condicionalismos foram políticos e sociais (regime parlamentar liberal; burguesia e nobreza muito empreendedoras); demográficos (mão-de-obra disponível); económicas (abundância de capitais e vastos mercados, externo e interno); geográficos (existência de boas vias de comunicação); naturais (abundância de matérias-primas); e técnicos (numerosos inventas e técnicos).
P- Quais os sectores de arranque da RevoluçãoIndustrial?
R. Os sectores de arranque foram a indústria têxtil algodoeira e a indústria metalúrgica.
P- Qual a importância da máquina a vapor?
R. A máquina a vapor contribuiu para acelerar o trabalho e aumentar a produção. A máquina a vapor veio pôr as outras máquinas a trabalhar a alta velocidade.
P- O que significa «revolução industrial»?
R. Revolução industrial significa um conjunto de transformações técnicas operadas na indústria, que alteraram o tradicional modo de produção: da manufactura passou-se à maquinofactura.
P- Onde se localizavam as fábricas?
R. Inicialmente as fábricas localizavam-se junto das matérias-primas (campos, minas), das vias de comunicação (portos, rios, canais,...) e dos cursos de água. Mais tarde, com o desenvolvimento das vias de comunicação e a utilização da máquina a vapor, passaram a concentrar-se mais nas cidades.
Thursday
A Prioridade Inglesa na Revolução Industrial


Factores e Condicionalismos políticos, económicos e sociais que explicam a prioridade inglesa na Revolução Industrial
. Desenvolvimento da Grande Manufactura, como base do processo industrial.
. Desenvolvimento mercantil inglês e consequente alargamento dos mercados para o que
contava o seu vasto Império Colonial.
. Revolução Agrícola em Inglaterra e consequente libertação de mão-de-obra para a Indústria.
. Acumulação de Recursos Financeiros, em consequência do desenvolvimento manufactureiro,
mercantil e agrícola.
. Aumento demográfico.
. Avanços técnicos.
. Burguesia activa e empreendedora.
. Existência de um regime político liberal (Parlamentarismo).
. Abundância de matérias-primas (ferro, hulha e lã).
. Excelente Rede Natural de Comunicações (rios e canais).
. Condições Geográficas Favoráveis.
Progresso e Demografia
Friday
Objectivos de Aprendizagem
8ºB
Identificar os princípios fundamentais do mercantilismo e que medidas se deviam tomar para implementar estas ideias económicas.
Caracterizar a política manufactureira do conde de Ericeira.
Explicar a falência das medidas mercantilistas em Portugal
Definir o conceito de Antigo Regime, Balança Comercial.
Caracterizar, sucintamente, o Antigo Regime português do ponto de vista político, económico e social
Identificar o monarca absolutista francês.
Indicar medidas tomadas por Pombal para levar a cabo o seu projecto modernizador da economia e da sociedade portuguesa.
Explicar o que foi o Despotismo Esclarecido.
Identificar os meios de que se serviu Pombal para levar adiante o seu projecto de desenvolvimento para Portugal
Reconhecer as principais características da Lisboa pombalina.
Materiais
Saturday
O descalabro financeiro
Após ter atingido o seu apogeu no 2º quartel do séc. XVI, Portugal irá perer não só parte do seu vasto império como também a própria independência.
Decorridos alguns anos de um certo desafogo financeiro, a administração começou a ter graves dificuldades de tesouraria. Nas cortes de Almeirim, em 1544, o tesoureiro-mor elaborou um esclarecedor mapa de receitas e despesas desde o início do reinado ( D. João III) até àquele ano. A análise das despesas extraordinárias ajuda a compreender o porquê de tão elevado défice externo.
DESPESAS EXTRAORDINÁRIAS *
( 1521-1544)
1 400 000 ......dotes de casamento
800 000 ......subsídios às armadas da Índia
400 000 ......socorros a Safim e Azamor
80 000 ......povoamento e defesa do Brasil
80 000 ......defesa da costa ocidental africana
50 000 ......compra de cereais ao estrangeiro
*valores em cruzados
Mas o mais grave é que, para fazer face a tantas despesas não orçamentadas, se tinham contraído vários empréstimos ao estrangeiro a juros que rondavam os 25% ao ano. À data estavam a dever-se ainda perto de 2 milhões de cruzados.
Decorridos alguns anos de um certo desafogo financeiro, a administração começou a ter graves dificuldades de tesouraria. Nas cortes de Almeirim, em 1544, o tesoureiro-mor elaborou um esclarecedor mapa de receitas e despesas desde o início do reinado ( D. João III) até àquele ano. A análise das despesas extraordinárias ajuda a compreender o porquê de tão elevado défice externo.
DESPESAS EXTRAORDINÁRIAS *
( 1521-1544)
1 400 000 ......dotes de casamento
800 000 ......subsídios às armadas da Índia
400 000 ......socorros a Safim e Azamor
80 000 ......povoamento e defesa do Brasil
80 000 ......defesa da costa ocidental africana
50 000 ......compra de cereais ao estrangeiro
*valores em cruzados
Mas o mais grave é que, para fazer face a tantas despesas não orçamentadas, se tinham contraído vários empréstimos ao estrangeiro a juros que rondavam os 25% ao ano. À data estavam a dever-se ainda perto de 2 milhões de cruzados.
Friday
Objectivos de Aprendizagem
Renascimento e Reforma
Localizar os principais focos de difusão cultural nos séculos XV e XVI.
Explicar as condições que favoreceram o surgimento do Renascimento na Itália.
Compreender os conceitos: Dogmatismo, Renascimento, Espírito Crítico, Antropocentrismo, Individualismo, Classicismo, Humanismo, Reforma, Protestantismo, Contra-Reforma
Descrever as características do Humanismo renascentista.
Caracterizar a nova mentalidade do homem renascentista
Compreender a importância da imprensa na divulgação dos novos valores e atitudes no campo do pensamento e da literatura.
Identificar as principais figuras do humanismo e da literatura renascentista europeia e algumas das respectivas obras.
Relacionar o desenvolvimento da curiosidade face à Natureza com o espírito crítico renascentista e com as grandes viagens marítimas.
Mencionar os progressos do conhecimento nos séculos XV e XVI.
Caracterizar genericamente a arte renascentista indicando obras e respectivos autores
Descrever as condições e factores que estiveram na origem do movimento da Reforma Protestante.
Destacar os princípios fundamentais em que divergem Católicos e Protestantes.
Destacar as principais medidas tomadas pela Contra-Reforma.
Avaliar os efeitos da acção da Contra-Reforma na Península Ibérica.
Saturday
8º A
Identificar os factores e as manifestações da crise do Império Português do Oriente
Descrever os acontecimentos que conduziram à União Ibérica
Justificar os interesses dos grupos dominantes da sociedade portuguesa na união dinástica
Explicar a ascensão colonial dos países do norte da europa a partir dos finais do séc. XVI
Salientar os meios de que se serviram esses países para imporem a ordem do mare liberum
Indicar os principais motivos de descontentamento dos portugueses face ao domínio espanhol
Relacionar a Restauração da independência nacional com as ameaças à prosperidade do império atlântico português e com o declínio do Império Espanhol
8ºB
Identificar os factores e as manifestações da crise do Império Português do Oriente
Descrever os acontecimentos que conduziram à União Ibérica
Justificar os interesses dos grupos dominantes da sociedade portuguesa na união dinástica
Explicar a ascensão colonial dos países do norte da europa a partir dos finais do séc. XVI
Salientar os meios de que se serviram esses países para imporem a ordem do mare liberum
Indicar os principais motivos de descontentamento dos portugueses face ao domínio espanhol
Relacionar a Restauração da independência nacional com as ameaças à prosperidade do império atlântico português e com o declínio do Império Espanhol
Identificar os princípios fundamentais do mercantilismo e que medidas se deviam tomar para implementar estas ideias económicas.
Caracterizar a política manufactureira do conde de Ericeira.
Explicar a falência das medidas mercantilistas em Portugal
Definir o conceito de Antigo Regime
Caracterizar, sucintamente, o Antigo Regime português do ponto de vista político, económico e social
Identificar o monarca absolutista francês.
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