Alguns olham para coisas que existem e perguntam "porquê?". Eu sonho com coisas que nunca existiram e pergunto " por que não? George Bernard Shaw
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Carta a D. João III
Fazer guerra na Índia é tirar água do mar e tornar-lha a lançar. Não convém tomar causa que por guerra se haja de manter porque quanto mais terra abarcarmps mais fracos ficamos. Não se hão de acabar as guerras da Índia com Diu tomada, como muitos dizem, porque, Diu tomada, teremos mais guerra e mais trabalho, e menos gente e necessidade de muito mais gente.
Luís Martins , Carta a D. João III (1527)
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Navegação Astronómica

Se a primeira etapa dos Descobrimentos é marcada pela coragem e audácia dos responsáveis políticos e dos seus navegadores, esta também se fundamenta na capacidade de síntese e fusão de diferentes conhecimentos e experiências culturais.
A nossa posição geográfica permitia o acesso privilegiado a duas culturas náuticas distintas: a navegação no Mediterrâneo e no Atlântico Norte. Por outro lado, soubemos reconhecer e estudar a riqueza do conhecimento astronómico árabe. Do ponto de vista cartográfico, absorveu-se o conhecimento maiorquino e catalão.
Para se libertarem da navegação costeira e aproveitarem os ventos oceânicos, que os navegadores portugueses souberam dominar e compreender, foi fundamental um investimento sistemático na navegação astronómica.
Tal acontece, já no reinado de D. João II, através da generalização nos navios portugueses da náutica astronómica, com utilização de instrumentos de medição de alturas. São elaborados extensos roteiros e feitos reconhecimentos hidrográficos. A própria cartografia surge renovada, como consequência da navegação astronómica.
Através da cuidadosa (e sigilosa) recolha e sistematização de informação, forma-se um espírito de escola entre pilotos e outros mareantes portugueses. Obras tão importantes como o “Tratado da Agulha de Marear” de João de Lisboa, discutem a fundo as limitações e as potencialidades, não só dos instrumentos de navegação, como a construção naval e o domínio do cada vez mais domesticado sistema de ventos.
Tal acontece, já no reinado de D. João II, através da generalização nos navios portugueses da náutica astronómica, com utilização de instrumentos de medição de alturas. São elaborados extensos roteiros e feitos reconhecimentos hidrográficos. A própria cartografia surge renovada, como consequência da navegação astronómica.
Através da cuidadosa (e sigilosa) recolha e sistematização de informação, forma-se um espírito de escola entre pilotos e outros mareantes portugueses. Obras tão importantes como o “Tratado da Agulha de Marear” de João de Lisboa, discutem a fundo as limitações e as potencialidades, não só dos instrumentos de navegação, como a construção naval e o domínio do cada vez mais domesticado sistema de ventos.
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Revolução Demográfica
O decréscimo da mortalidade resultou da melhoria nas condições socioeconómicas, progressos na alimentação, higiene, vestuário, habitação e de alguns avanços, embora lentos, da medicina.
Este crescimento demográfico ocasionou, entre outros efeitos, a expansão urbana, com destaque para Londres, Paris e as cidades industriais de expansão recente (Manchester, Birmingham, Liverpool).
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A Escola de Atenas
Palácio do Vaticano
Fresco monumental onde o pintor se auto-retratou. Descobre-o.
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A Pintura Renascentista
Primavera
Brunelleschi
Ilusão de profundidade (através da aplicação das leis da perspectiva)
Jogo claro/escuro
Sfumato
Utilização do óleo
Trabalho da cor
Paisagem e cenas ao ar livre
Temas religiosos e da mitologia clássica
O retrato e o auto-retrato
Representação do nu (frequente na arte greco-romana)
Organização geométrica das composições pictóricas (normalmente em pirâmide)
Pinta-se sobre tábuas de madeira, mas cada vez mais em tela e os artistas começam a assinar as suas obras
Organização geométrica das composições pictóricas (normalmente em pirâmide)
Pinta-se sobre tábuas de madeira, mas cada vez mais em tela e os artistas começam a assinar as suas obras
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A Aventura dos Descobrimentos

Com o alvorecer do século XV, a Europa iniciava a sua mais extraordinária era de transformação desde a queda do Império Romano (...) Depois de um século de crise e provações, a Europa precisava agora de metais preciosos para cunhar as moedas indispensáveis a um comércio em desenvolvimento. Inevitavelmente, virou-se para o Oriente para obter o ouro e as outras mercadorias preciosas de que Marco Polo falava e os cruzados tinham visto os comerciantes árabes vender nos mercados do Médio Oriente: sedas da China e da Pérsia; esmeraldas, safiras e rubis da Índia, da Birmânia e do Ceilão. Porém, o que a Europa mais desejava era especiarias, os condimentos utilizados na conservação e no tempero da carne.
In, Os Grandes Exploradores de Todos os Tempos
In, Os Grandes Exploradores de Todos os Tempos

Após as grandes viagens de Cristóvão Colombo (à América) e de Vasco da Gama (à índia), estabeleceram-se amplas trocas comerciais no mundo. Desde a área do Atlântico até ao índico e ao Pacífico criaram-se inúmeras rotas que, unindo várias partes do globo, formaram um amplo espaço de negócios. Lisboa, Sevilha, Antuérpia e as repúblicas italianas foram, no século XVI,
os principais centros distribuidores de produtos ultramarinos. Antuérpia, devido ao volume de negócios, tornou-se, então, no principal eixo do comércio internacional.
os principais centros distribuidores de produtos ultramarinos. Antuérpia, devido ao volume de negócios, tornou-se, então, no principal eixo do comércio internacional.
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